Negativa de cirurgia
Recusa de procedimento indicado pelo seu médico, demora sem justificativa na autorização, negativa de materiais, órteses e próteses ou de técnicas mais modernas, como a cirurgia robótica.
Direito à saúde · Planos de saúde
Negativa de cobertura, cirurgia reparadora recusada, remédio de alto custo fora do rol ou reajuste que não cabe no orçamento. Cada caso é analisado individualmente, com atenção à urgência do seu tratamento.
Situações que atendemos
Recusa de procedimento indicado pelo seu médico, demora sem justificativa na autorização, negativa de materiais, órteses e próteses ou de técnicas mais modernas, como a cirurgia robótica.
Quem fez a bariátrica e precisa retirar o excesso de pele costuma ouvir que a cirurgia é "estética". O STJ firmou o entendimento de que a cirurgia de caráter reparador ou funcional, indicada pelo médico, faz parte do tratamento da obesidade e deve ser coberta.
Remédios oncológicos, imunobiológicos e medicamentos para doenças raras estão entre os mais negados. Quando há prescrição médica fundamentada e urgência, é possível pedir liminar para o fornecimento.
Neste ciclo, o teto da ANS para planos individuais e familiares foi de 5,11%. Os planos coletivos não têm teto e tiveram reajuste médio de 9,9%, com casos bem acima disso. Também analisamos aumentos por mudança de faixa etária.
Reajuste abusivo
Reajuste é permitido, mas tem regras. Os casos mais comuns que chegam ao escritório são estes:
Planos empresariais e por adesão não têm teto da ANS, mas o aumento precisa ser explicado com base no contrato e nos custos do grupo. Percentuais altos sem demonstração clara podem ser questionados.
Pelas regras da ANS, a última mudança de faixa ocorre aos 59 anos, e o valor da última faixa não pode passar de seis vezes o da primeira. Para quem já tem 60 anos ou mais, o Estatuto da Pessoa Idosa proíbe aumento só por causa da idade.
Reajuste anual e reajuste por faixa etária aplicados juntos podem gerar um salto difícil de pagar. Vale conferir se cada um foi calculado corretamente.
Quando o reajuste é revisto, é possível pedir a devolução dos valores pagos a maior, além de ajustar a mensalidade daqui para frente.
Antes da conversa
Com estes documentos em mãos, a avaliação fica mais rápida. Se você ainda não tem algum deles, tudo bem: orientamos como conseguir.
Como funciona
Pelo WhatsApp, conta o que aconteceu e envia os documentos que já tem.
A advogada avalia a negativa, o contrato e o relatório médico, e explica com clareza as possibilidades e os riscos.
Conforme o caso, é feita uma tentativa com a operadora ou o ajuizamento da ação, com pedido de liminar quando houver urgência.
A concessão de liminar depende da análise do juiz em cada processo. Não há promessa de resultado: o compromisso é com uma atuação técnica, ágil e transparente.
Quem atende
Advogada formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especialista em Responsabilidade Civil pela FGV. Atua em Direito do Consumidor e Responsabilidade Civil, com atendimento próximo e direto: você fala com a advogada responsável pelo seu caso.
Dúvidas frequentes
O rol é uma referência importante, mas não encerra a discussão. Há critérios definidos pelo STF para que tratamentos fora do rol sejam cobertos, como comprovação de eficácia e indicação médica fundamentada. Cada caso precisa ser analisado.
Não existe prazo fixo. Em situações urgentes, o pedido é analisado com prioridade pelo juiz, e a decisão pode sair em poucos dias. Isso depende do caso, da documentação e de cada vara.
Sim. Mesmo sem teto definido pela ANS, o reajuste do plano coletivo precisa ser justificado e seguir o contrato. Aumentos sem transparência ou muito acima do padrão podem ser revistos.
Pode ter. Se a cobertura era devida, é possível pedir o ressarcimento do que foi pago. Guarde notas fiscais, recibos e o relatório médico.
Não. O atendimento é on-line para todo o Brasil e o processo eletrônico permite atuar em diversos estados. Em São Paulo, também é possível atendimento presencial.
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